O que é o método Cornell?

O método Cornell é um jeito de dividir a folha do caderno em áreas fixas para que a sua anotação já saia da aula pronta para a revisão.

Resposta rápida: o método Cornell divide a folha em áreas fixas para que a anotação já saia da aula pronta para a revisão.

Nesta página: como dividir a folha, uma folha de mitose e meiose preenchida e a rotina de revisão.

Walter Pauk criou o sistema na Universidade Cornell e o descreveu no livro How to Study in College.

É uma metodologia utilizada principalmente pra quem tá assistindo palestras, conferências, e ela faz essa diferenciação do conteúdo principal na primeira coluna e do conteúdo que vai ser escrito na segunda coluna.

A folha clássica tem uma coluna estreita para conceitos ou perguntas, uma coluna larga para as anotações, um cabeçalho com o tema e um resumo no rodapé.

Só que palestra acaba em si. A sua aula de genética, não. Por isso eu adaptei o Cornell e criei o CAD, exatamente pensando nesse contexto de Enem, de revisão, de ter muita matéria, de ter muita aula, de uma aula ser continuidade da outra.

Eu mostro o CAD mais abaixo. Olha só como a folha se divide.

Como dividir a folha no método Cornell?

A folha Cornell tem quatro áreas, e cada uma tem uma função na revisão:

1 · Cabeçalho o tema e a matéria da aula.
2 · Coluna larga, à direita as anotações da aula, com as suas palavras.
3 · Coluna estreita, à esquerda os conceitos principais, em forma de palavra-chave ou de pergunta.
4 · Rodapé um resumo curto, também com as suas palavras.

A coluna estreita é o segredo. Na hora de revisar, a gente tampa essa parte das anotações e aí eu consigo me testar pelo que está escrito na coluna estreita.

Na minha versão para o vestibular, o CAD, a folha tem três partes: conceitos principais nessa primeira coluna, anotações nesse espaço grandão e, embaixo, as dúvidas pós-recall.

Como traçar no seu caderno: você não precisa de modelo pronto, você pode simplesmente fazer essa divisão nas linhas do seu caderno. Faça três traços:

  • uma linha vertical perto da margem esquerda;
  • uma linha horizontal no alto da página, para o tema;
  • outra linha horizontal perto do pé da página, para o resumo.

Pronto, a folha está feita. Eu não defino fração de coluna: estreita para os conceitos, larga para as anotações.

Por que anotar desse jeito funciona?

Anotar no formato Cornell funciona porque a folha vira um teste, e não um texto para reler.

Eu sou da ciência, a gente pega a neurociência e a gente usa o que tem de estudo a seu favor.

Eu li um artigo que analisa o método Cornell, com um grupo que anotava de qualquer jeito para comparar. Quem usava o método de Cornell tinha uma qualidade das anotações muito maior. E o desempenho no teste muito maior também. Ou seja, durante a aula a pessoa aprendia mais e durante o teste também, só mudando a forma de fazer a anotação.

E por que isso acontece? Por causa da recuperação ativa. Quando você tampa as anotações e tenta responder ao que está na coluna de conceitos, o cérebro precisa buscar a informação. É essa busca que fixa o conteúdo.

Reler a folha
Dá a sensação de que você sabe. É mesmo, ou é mesmo porque você acabou de ler? Isso é ilusão de competência.
Engana
Se testar pela folha
Mostra o que você sabe de verdade e aponta exatamente o que precisa voltar.
Fixa

Se eu simplesmente fizesse essa revisão lendo o conteúdo, eu ia achar que estava sabendo. Eu não teria identificado meu erro, que é exatamente o que faz a nota aumentar.

Eu aprofundo a recuperação ativa em estudo ativo.

Como fazer o método Cornell passo a passo?

O método Cornell rende quando você faz três coisas em ordem: mapeia antes da aula, preenche as duas colunas durante e fala o que entendeu logo depois.

Antes da aula

  1. Mapeie o material.
    Passe o olho nos títulos, subtítulos, questões resolvidas e figuras da apostila, do PDF ou dos slides. Não precisa ler, não precisa entender. É como um trailer do filme.

Isso é muito importante para melhorar o foco, por quê? O cérebro foca muito no que é familiar. Se no mapeamento você viu uma palavra esquisita, é assim que funciona: na hora que o professor fala, o meu foco aumenta, porque aquilo é familiar.

Durante a aula

  1. Preencha as duas colunas enquanto o professor fala.
    • Coluna estreita: os conceitos principais, ou seja, títulos, subtítulos e o que o professor destaca.
    • Coluna larga: as anotações, com as suas palavras e em blocos curtos.

Como você já mapeou, você sabe que o conteúdo está no material, e você não tem aquela ansiedade de ter que escrever tudo de tudo.

Logo depois da aula

  1. Fale em voz alta.
    Feche o caderno e conte o que você entendeu, como se explicasse para um amigo que faltou.
  2. Anote embaixo o que ficou confuso.
    Porque se na hora do recall você teve dúvida, a chance de você continuar com aquela dúvida é enorme. E como uma aula continua a outra, qual é o melhor momento para você resolver essa sua dúvida? Na aula seguinte.
  3. Feche com o resumo no rodapé, se a sua folha segue a Cornell clássica.
    No CAD, esse espaço de baixo fica para as dúvidas.
Vídeo: o melhor método de anotação para a aprovação em Medicina
Vídeo: aprovação em Medicina, o melhor método de anotação que eu já vi

O que não fazer: copiar palavra por palavra tudo o que o professor fala; fazer uma parede de palavras. Separe a anotação em blocos, com desenho ou esquema sempre que der.

Anota aí: mapear, anotar, falar, registrar a dúvida.

Como fica uma folha Cornell preenchida?

Uma folha preenchida de mitose e meiose mostra o método Cornell melhor que qualquer desenho vazio.

Numa anotação minha de mitose e meiose, que eu mostro no vídeo, o conteúdo fica em vários espaços separados, com desenho. Não é uma parede única de texto. E sempre que a gente conseguir ilustrar, fica muito melhor, porque além da informação da palavra, a gente tem ainda a informação visual.

O que eu escrevi em cada área:

1. ConceitosColuna estreita
interfase, a diferença entre mitose e meiose, prófase, anáfase e telófase. Cada um é uma palavra-chave que eu consigo explicar sozinha depois.
2. AnotaçõesColuna larga
as informações que o professor passou na aula, em blocos, junto com o desenho.
3. Dúvidas pós-recallEmbaixo
o que ficou confuso quando eu falei em voz alta o que tinha entendido.

Essa folha segue o meu CAD. Então embaixo ficam as dúvidas, e não um resumo.

Monte a sua no caderno: trace a coluna estreita, pegue a matéria da sua próxima aula e copie essa estrutura. Conceitos à esquerda, anotações em blocos à direita, dúvidas embaixo.

Como revisar usando a folha Cornell?

Na revisão da folha Cornell, você tampa a coluna das anotações e responde, em voz alta, a cada conceito da coluna estreita.

Eu anoto pensando na revisão, e isso faz toda a diferença. Na hora de revisar, a ordem é esta:

  1. Tampe a coluna larga com uma folha em branco.
  2. Responda em voz alta a cada conceito da coluna estreita.
  3. Destampe e confira, descendo a folha.
  4. Marque um check se acertou.
    Errou ou travou, marque um X.
  5. Volte só às folhas com X na próxima rodada.
  6. Leve o que continuar fraco para o flashcard.

À medida que você vai conferindo, você vê, poxa, isso, isso, isso eu estou sabendo, segurança, eu não acabei de ler, paz no coração, confiança, tudo que a gente precisa pra prova.

E se errar muito, não fique triste. Revisão serve para isso. O Inep não está sabendo que você está fazendo essa revisão, e treino é treino, jogo é jogo.

A regra da triagem: check não volta, X volta. O assunto com check você não abandona: você vai fazer simulado, voltar nas questões erradas. Então você não abandonou aquilo. Só não precisa de outra revisão de teoria.

Quando revisar cada folha, eu explico em revisão espaçada. Como montar o cartão está em flashcards.

Como eu adaptei o Cornell para o vestibular?

O CAD é a minha adaptação do método Cornell para o vestibular, e ele acrescenta o espaço de dúvidas pós-recall.

A folha tem três partes. É conceitos, anotações e dúvidas. Por isso que a gente chama de CAD.

O Cornell nasceu para palestras, que acabam em si. O vestibular é diferente, e o CAD a gente fez com uma pegada mais acumulativa, de uma matéria que a pessoa está todos os dias ali vendo mais conteúdo. A dúvida de hoje precisa chegar resolvida na aula de amanhã.

Eu fiz o CAD com base no método de Cornell que já é um método conhecido, um método muito estudado.

AspectoCornell originalCAD
Para quem foi pensadoPalestras e conferênciasENEM e vestibulares, em que cada aula continua a anterior
Partes da folhaConteúdo principal na primeira coluna e anotações ao ladoConceitos, anotações e dúvidas pós-recall

C-A-D, letra por letra:

  • C: Conceitos
  • A: Anotações
  • D: Dúvidas pós-recall

O CAD é um resumo inteligente, tá? E o que eu acho genial nele é isto: eu faço meu material de revisão durante a aula e eu faço material de revisão ativo durante a aula.

O CAD vale ouro para quem quer fazer ENEM e vestibulares tradicionais.

Cornell funciona em videoaula e apostila?

Funciona nos dois formatos: o método Cornell não depende do quadro da sala.

Na videoaula, o segredo é não pausar a toda hora. Na apostila, você troca a fala do professor pelos destaques do autor.

Vá direto para: Na videoaula e no tablet · Na leitura de apostila

Na videoaula e no tablet

Dá para usar o método Cornell em videoaula, desde que você não pare o vídeo para copiar.

Se você assiste aula gravada, eu recomendo que você faça as suas anotações durante o período que você está assistindo e não fique pausando muitas vezes. Tem gente que gasta muito mais tempo do que a aula dura só copiando. Não faz sentido, e nem o professor queria que você fizesse isso.

Durante o vídeo
  • anote os conceitos principais na coluna estreita;
  • anote o resto na coluna larga, com palavras-chave, e não frases inteiras;
  • deixe o vídeo correr.
Logo depois do vídeo
  • fale em voz alta o que entendeu;
  • anote as dúvidas embaixo.

O mapeamento antes da aula funciona igual no PDF do cursinho. Você também pode usar os slides do seu professor, pode pegar uma lista de questões sobre o assunto que ele vai falar. Passe o olho em títulos, subtítulos e no que o professor destaca.

No tablet: a lógica é a mesma do papel. Desenhe as colunas uma vez numa página em branco do seu app de notas e duplique essa página a cada aula. O app não é o que importa. O que importa é conseguir tampar a coluna larga na hora de revisar.

Na leitura de apostila

Na leitura de apostila, o método Cornell funciona igual à aula: você mapeia o capítulo, lê anotando em blocos e fecha com conceitos e resumo.

Para mapear, olhe só o que o autor destacou. Eu já escrevi material didático para o sistema de ensino Bernoulli e sei que alguns pontos são essenciais. Outros estão lá para despertar curiosidade, para dar um contexto, para fazer uma ligação de um assunto para o outro. Então eu posso garantir: tudo que é importante tem uma figura, um subtítulo, uma questão resolvida, um gráfico.

O que o autor da apostila destaca:

  • figura;
  • subtítulo;
  • questão resolvida;
  • gráfico.

O passo a passo para um capítulo:

  1. Mapeie o capítulo pelos destaques.
    Anote os subtítulos na coluna estreita, antes de ler.
  2. Leia anotando por subtítulo.
    Na coluna larga, escreva o que cada subtítulo explica, com as suas palavras. Não copie parágrafos inteiros.
  3. Feche a apostila e fale.
    Conte em voz alta o que você entendeu.
  4. Anote as dúvidas.
    Escreva embaixo o que ficou confuso nessa fala.
  5. Resuma no rodapé.
    Um resumo curto, com as suas palavras, fecha a folha.

Tem outras técnicas que combinam com a leitura em técnicas de estudo.

Quando usar Cornell, mapa mental ou flashcard?

Use o método Cornell para o assunto inteiro de uma aula ou de um capítulo, o flashcard para o detalhe que ficou fraco na revisão e o mapa mental depois da aula.

O Cornell não substitui o mapa mental nem o flashcard. E ele não compensa em toda matéria nem em toda aula.

Vá direto para: Quando o método Cornell não compensa · Cornell, mapa mental ou flashcard

Quando o método Cornell não compensa

O método Cornell não compensa quando você tenta fazer folha de todas as aulas ou quando para o vídeo a cada frase para copiar.

Você não precisa fazer de tudo, mas sabe aquele assunto que você fica inseguro na aula? É por ele que você começa, junto com a área em que a nota não sobe.

Fazer folha de toda a matéria do ano não cabe no tempo de ninguém.

Use o Cornell quando

o assunto te deixa inseguro na aula;

você assiste à aula e sente que não está retendo o conteúdo;

a nota daquela área não sobe.

Use
Não use quando

a ideia é fazer folha de todas as aulas do ano;

você vai pausar o vídeo o tempo inteiro para escrever. Isso gasta muito mais tempo do que a aula dura, e não faz sentido;

o assunto é curto e solto. Aí um flashcard resolve melhor que uma folha inteira.

Não use

E não escreva o recall. Falar em voz alta rende o mesmo e custa bem menos tempo.

A regra para começar: comece pela matéria em que a sua nota não sobe.

A ordem geral dos métodos está em como estudar de forma eficiente.

Cornell, mapa mental ou flashcard

O método Cornell não substitui o flashcard nem o mapa mental: ele cobre o assunto inteiro, e as outras técnicas cobrem pedaços ou ligações.

No CAD a gente tem o assunto inteiro. Nas questões e nos flashcards, isso é mais fragmentado: eu vou ter um flashcard perguntando de aldeído, um flashcard perguntando de cetona. Se eu quero revisar funções orgânicas inteiras, eu tenho que ter algo ativo que vai me dar tudo aquilo. Então, se eu tenho que fazer uma revisão mais completa, o CAD é mais importante.

TécnicaO que cobre e quando entra
Método Cornell (e o meu CAD)O assunto inteiro; eu preencho durante a aula
Mapa mentalMontado depois da aula; pede mais tempo que o recall falado
FlashcardUm pedaço do assunto: o detalhe que ficou fraco na revisão

Na prática, eu uso o Cornell na aula e na leitura. Para o flashcard eu levo só o detalhe que ficou fraco na revisão.

O resumo tradicional vira texto para reler, e reler não é se testar. Eu falo dele em resumo.

Quem usou na preparação para Medicina?

A Marina usou o CAD na preparação e passou em Medicina na UFMG. Ela foi minha aluna e tinha muita dificuldade em Ciências da Natureza, porque é muita matéria e ela se perdia nos detalhes.

Caso de aluna
Marina, aprovada em Medicina na UFMG
Antes: muita dificuldade em Ciências da Natureza; ela se perdia nos detalhes.
Depois: cada aula virou uma folha pronta para se testar.

Ela não fez só dos conteúdos que mais caem, ela fez de tudo de física, de química e de biologia.

O que mudou para ela foi o material de revisão: cada aula virou uma folha pronta para se testar.

Uma aluna da VemMED conta a mesma virada com as palavras dela:

"Eu anotava, fazia resumo (...) e nunca voltava. A sensação era sempre a mesma, de que o estudo não rendia."

Aluna da VemMED

Depois, ela contou: "Eu fiz o método CAD na minha anotação durante a aula."

A aprovação mora nos detalhes e a gente não pode tampar os olhos para esses detalhes.

Faça o teste: escolha a próxima aula da matéria que mais te trava e faça a folha nela.

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FAQ: Perguntas frequentes sobre o método Cornell

O método Cornell funciona para videoaula?

Funciona, desde que você não pare o vídeo a cada frase.

Durante a aula gravada, anote os conceitos principais na coluna estreita e o resto na coluna larga, em palavras-chave, e deixe o vídeo correr. Quando a aula acabar, feche o caderno e fale em voz alta o que entendeu. Só então anote as dúvidas embaixo.

Quem pausa o tempo inteiro para copiar gasta muito mais tempo do que a aula dura, e isso não faz sentido.

O método Cornell serve para exatas?

Serve. Eu uso a mesma lógica de folha em Física e em Química.

  • Coluna de conceitos: a ideia do assunto, a fórmula e o gráfico.
  • Coluna larga: o raciocínio da questão, com as suas palavras.
  • Revisão: tampe a coluna larga e tente refazer a partir do conceito. Travou? Marque um X e volte a essa folha na próxima rodada.

Eu já mostrei folhas de cinemática e de gráficos termocinéticos montadas assim.

Preciso fazer a folha Cornell de todas as aulas?

Não. Você não precisa fazer de tudo, mas comece fazendo daquilo que você tem dificuldade.

Escolha o assunto em que você se sente inseguro na aula e a área em que a sua nota não sobe. Fazer folha de toda a matéria do ano não cabe no tempo de ninguém.

Quando essas folhas estiverem rodando na revisão, você decide se vale abrir outra matéria.

Tem modelo do método Cornell para imprimir?

Você não precisa de um, e eu não coloco arquivo nesta página. O seu caderno resolve:

  • trace uma linha vertical perto da margem esquerda;
  • trace uma linha horizontal no alto, para o tema;
  • trace outra perto do pé da página, para o resumo.

Pronto: a folha está feita. Mais acima eu mostro uma folha de mitose e meiose preenchida para você copiar a estrutura no seu caderno.

Dá para fazer o método Cornell no tablet?

Dá, e a lógica é a mesma do papel.

Desenhe as colunas uma vez numa página em branco do seu app de notas e duplique essa página a cada aula. Durante a aula, anote os conceitos na coluna estreita e as anotações na coluna larga. Depois do recall, anote as dúvidas embaixo.

O que importa não é o app: é conseguir tampar a coluna das anotações na hora de revisar.

Qual a diferença entre o método Cornell e o CAD?

O CAD é a minha adaptação do método Cornell para o vestibular.

A folha do CAD tem conceitos, anotações e dúvidas pós-recall. O espaço de dúvidas guarda o que não saiu quando você falou em voz alta.

O Cornell nasceu para palestras, que acabam em si. O CAD foi feito para uma matéria em que cada aula continua a anterior, como no ENEM e nos vestibulares.

Quanto tempo leva fazer e revisar a folha Cornell?

Leva menos tempo do que reler o caderno inteiro, porque o método Cornell faz o material de revisão durante a aula.

O tempo maior está na própria aula. Não pause o vídeo a cada frase e não escreva o recall: fale em voz alta.

A revisão é curta. Você tampa, responde e confere, sem assistir à aula de novo. Por isso eu digo: comece pelas folhas das matérias que mais te travam.

Quem sou eu, a criadora do CAD

Sou a Sabrina Oliveira, educadora especialista em aprendizagem e neurociência da aprovação, e criei o CAD a partir do método Cornell.

Mentoro vestibulandos de Medicina e sou autora de material didático do sistema de ensino Bernoulli.

Criei a VemMED para quem quer Medicina pública pelo ENEM e pelo SISU, com a minha régua: estudar certo, não estudar muito.

Estudar certo, não estudar muito.

Vejo muita gente anotar tudo e nunca voltar às anotações. O CAD resolve isso, porque faz o material de revisão durante a aula.

Eu sou da ciência. Uso o que a neurociência mostra sobre recuperação ativa para montar folhas que já saem da aula prontas para a revisão.

A VemMED é a minha marca, e os produtos citados nesta página são meus. Minha bio completa está em sobre mim.