O que é estudo ativo, afinal?

Estudo ativo é estudar buscando o conteúdo na sua memória e colocando esse conteúdo para trabalhar, em vez de só reler, grifar ou assistir aula. Na prática, começa pequeno: de 1 a 3 minutos de recall em voz alta depois de cada aula.

1 a 3 min de recall em voz alta depois de cada aula

Sabe por que você muitas vezes estuda, estuda, estuda e acaba esquecendo o conteúdo? Isso acontece quando o estudo está sendo muito passivo.

O sinal de que virou ativo é um certo incômodo, porque muitas vezes o estudo ele precisa ser desconfortável para ele ser ativo.

E ele não se resume a uma técnica. Fazer os simulados é parte de um estudo ativo, eu voltar nos meus erros sem ver só a resolução comentada é uma parte de um estudo ativo, eu relembrar aquilo que eu estudei sem consultar é parte de um estudo ativo.

Eu sou educadora especialista em aprendizagem e neurociência da aprovação e acompanho vestibulandos de medicina desde 2013. E é pela neurociência que eu te explico cada passo daqui para baixo.

Estudo ativo x passivo: qual a diferença?

Estudo passivo é receber o conteúdo; estudo ativo é buscar esse conteúdo de volta sem olhar e usar numa questão que você não acabou de ver.

A diferença só aparece com o tempo. Com a lista do capítulo feita logo depois da aula, a pessoa acerta porque ela acabou de ver, mas ela acaba não conseguindo revisar depois. Muitas vezes ela acerta, mas esquece o conteúdo depois. Já deve ter acontecido com você na escola: foi bem na prova e, duas semanas, um mês depois, tinha esquecido grande parte daquilo que acertou.

Quando a pessoa assiste a aula e faz tudo sobre aquela matéria, gera o que a neurociência chama de ilusão de competência.

Aula dada não é aula estudada, pelo menos para quem quer passar em medicina.

Isso não quer dizer que aula não presta. Assistir aula leva nota 6 no meu ranking, porque escutar alguém explicar ajuda mais do que tentar ver sozinho, porém muita gente fica só assistindo aula de forma passiva e depois esquece bastante.

Com o marca-texto acontece a mesma coisa. O aluno que ainda não sabe priorizar pega a apostila, grifa, e sai tudo grifado. Por quê? Porque para ele tudo é importante.

Por isso a minha comparação não usa percentual de retenção. Ela olha o que você faz em cada momento do estudo:

Momento do estudoJeito passivoJeito ativo
Depois da aulaEmendar outra aula: com 6 a 10 aulas por dia, não sobra tempo para revisarFechar o material e falar em voz alta, de 1 a 3 minutos, o que ficou
Com a apostilaGrifar tudo, porque tudo parece importante, ou fazer resumo copia e cola que demora um tempãoPriorizar o que importa e buscar o conteúdo na memória sem abrir a apostila
Com as questõesFazer a lista do capítulo que acabou de ver e acertar porque acabou de verDe 7 a 15 de fixação no dia da aula e questões misturadas ao longo das semanas
Com o erroLer só a resolução comentadaVoltar no erro sem ver só a resolução comentada, com revisão dos erros toda semana
Com a revisãoSeguir datas fixas de 24 horas, 7, 15 e 30 dias, que viram bola de neveRevisão constante, ativa e diferenciada: mais no que você erra e no que mais cai

O que a neurociência diz sobre estudo ativo?

Buscar o conteúdo na memória fixa mais do que reler porque cada busca mostra para o cérebro que aquela informação importa. É esse o efeito teste que os flashcards exploram.

O recall é isso na prática. É uma estratégia ativa, muito simples, muito rápida, para mostrar para o seu cérebro que aquilo é importante.

E a curva do esquecimento que todo mundo cita? Ela foi medida por Ebbinghaus por volta de 1880, com listas de palavras. E em 2015, a Universidade de Amsterdã validou novamente.

A curva existe, sim. Só que o recall trabalha contra ela: cada vez que você busca o conteúdo, a curva volta para cima.

E isso não fica só na teoria. Quando a gente consegue colocar alguns flashcards, alguns métodos mais ativos de estudo, comprovadamente a gente melhora a retenção desse conteúdo.

Olha só os três ganhos que eu vejo:

Retenção maior e nota maior
nos simulados e, consequentemente, no ENEM e nos vestibulares.
A dúvida aparece antes da prova, e não no dia dela.
As questões de fixação mostram onde você travou.
Você separa o que sabe de verdade do que só acabou de ler.
Espera aí, eu sei porque eu acabei de ler ou eu sei mesmo?
Agora, aquele percentual de retenção da pirâmide da aprendizagem eu não vou te passar aqui, porque ele circula por aí sem estudo citado.

Quais técnicas de estudo são realmente ativas?

Nem toda técnica das listas é estudo ativo. Eu dou nota para cada uma pelo quanto ela te obriga a buscar o conteúdo na memória, e algumas notas vão contra o que muita lista por aí diz.

Na ponta de cima ficam os flashcards. Flashcards eu coloquei como nota 8 porque a gente consegue rever os erros de forma ativa, sem ilusão de competência.

O resumo cai bastante. Resumo, coloquei nota 4, porque geralmente a pessoa gasta muito tempo e ela não consegue voltar naquele resumo de forma ativa.

Pior ainda quando é resumo copia e cola: demora um tempão e, no fim, você não sabe o que é importante e nem se lembra do que fez.

E o mapa mental, que quase toda lista chama de técnica ativa, ficou no fim, com nota 3. Geralmente demora bastante tempo e para ser um bom mapa mental a pessoa já tem que ter um domínio muito grande, então para ela aprender ou revisar um conteúdo geralmente não é mais eficiente.

Sobre o caderno, eu já aviso: caderno de erros, esse aqui vai ser polêmico, coloquei nota 4. É bom porque a pessoa está vendo erro mas depois ela não consegue separar o que ela já sabe do que ainda erra. E aí vem a ilusão de competência: eu olho que eu errei e aí eu já sei a resposta.

TécnicaMinha notaPor quê
Flashcards8Obrigam a rever os erros de forma ativa, sem ilusão de competência
Aula6Escutar alguém explicar ajuda mais do que ver sozinho, só que quem só assiste de forma passiva esquece bastante
Questões6Funcionam como efeito teste quando entram misturadas ao longo das semanas, e muita gente esquece essa parte
Resumo4Gasta muito tempo e não dá para voltar nele de forma ativa
Caderno de erros4Mostra o erro, mas depois não separa o que você já sabe do que ainda erra
Mapa mental3Demora bastante tempo e só fica bom quando você já domina muito o tema

Como transformar uma aula em estudo ativo?

Fechou a aula, fecha o material e busca na memória o que ficou. Esse é o primeiro passo para a aula virar estudo ativo.

Faz o seguinte, você teve as aulas, aí logo depois das aulas você pode fazer o que a neurociência chama de recall. Aí, sem consultar o material, de um a três minutos você fala em voz alta, igual doido mesmo, o que é importante saber daquilo ali.

O roteiro inteiro tem 5 passos:

  1. Fecha o material.
  2. Faz o recall em voz alta
    de 1 a 3 minutos, sem consultar.
  3. Anota as dúvidas
    o que travou.
  4. Faz de 7 a 15 questões de fixação.
  5. Usa o restante do tempo
    para revisão e para os erros do simulado.

Na prática, com duas matérias de medicina:

  • Biologia · gimnosperma: fechou a aula de gimnosperma, fala em voz alta o que ficou, sem abrir o caderno.
  • Química · aldeído: mesma coisa com a aula de aldeído.

O que travou vira dúvida anotada, e a dúvida vai para as questões e para a revisão.

Eu resumo o recall assim: eu tive uma aula, eu fecho aquilo ali, espera aí, o que eu sei disso?

Às vezes me perguntam: eu posso fazer o recall olhando minhas anotações? Não, com o caderno aberto você só reconhece o conteúdo.
Vídeo: aula dada não é aula estudada, o que fazer logo depois da aula
Neste vídeo eu mostro o que fazer logo depois da aula

Por que 7 a 15 questões, e não 100?

Depois de uma aula, a dose de questões é pequena, e o resto entra misturado ao longo das semanas. Fechou o recall? E aí você pode fazer poucas questões de fixação para te ajudar a fixar o conteúdo, mostrar para o cérebro que é importante e identificar potenciais dúvidas. Quantas? Eu colocaria de 7 a 15 questões de fixação.

7 a 15 questões de fixação por aula

Mas também não faz sentido a pessoa teve uma aula e aí ela faz 100 questões sobre um tema específico. Tudo é aldeído, tudo é gimnosperma, e a lista gigante só mede o que você acabou de ver.

O erro mais comum vem depois: muitas vezes a pessoa faz só questões por tema que ela acabou de estudar e ela esquece de colocar na rotina durante as semanas questões misturadas que vão funcionar como efeito teste.

E o tempo que sobra vai para onde? Então faça essas questões de fixação, faça o seu recall e aproveite o restante do seu tempo para revisar, para corrigir os erros do simulado, para fazer simulado, para voltar na teoria que você está errando.

QuandoO que fazer com as questões
No dia da aulaDe 7 a 15 questões de fixação, e não 100 do mesmo tema
Nas semanas seguintesQuestões misturadas de vários temas, que funcionam como efeito teste

Como revisar sem virar bola de neve?

Revisão boa não segue data fixa. Ela é constante, ativa e concentrada no que você erra e no que mais cai na prova.

A curva de 24 horas, 7, 15 e 30 dias saiu de experimentos de 1880 com listas de palavras.

Só que conteúdo de medicina não se comporta como lista de palavras. Não é a mesma lista que você vai revisar para sempre, como se fosse um número de telefone. Você tem um conteúdo que vai se acumulando, e isso vira uma bola de neve e gera uma frustração muito grande. Ou a pessoa não revisa, ou ela tenta revisar só lendo ou só assistindo novas aulas.

Faz a conta: com 6 a 10 aulas por dia, cada aula nova abre mais 4 datas de revisão.

Chega a segunda aula do dia e vem a pergunta: peraí, eu tenho que revisar os dois daqui 24 horas, 7 dias, 15 dias só porque eu caí em 1880 e fiz uma curvinha?

Quando o aluno me mostra essa agenda lotada, eu falo o seguinte: a revisão tem que ser ativa e tem que ser diferenciada. Ela tem que concentrar mais naquilo que ele tá errando e naquilo que mais sai.

Os 3 critérios da revisão que funciona:

Revisão por datas fixas
24 horas, 7, 15 e 30 dias por aula
Cada aula nova soma mais 4 datas, e a pilha cresce.
Vira bola de neve
Revisão ativa e diferenciada
Mais peso no que você erra e no que mais cai
  • Constante: entra na rotina de forma contínua, sem ser aquela revisão engessada.
  • Ativa: você busca o conteúdo na memória, em vez de revisar só lendo ou só assistindo novas aulas.
  • Diferenciada: o tema que você acerta sempre volta menos, e o que você erra volta mais.
Revisão que funciona

Como encaixar o estudo ativo no cronograma?

O estudo ativo entra no cronograma como um sistema de semana, e não como mais uma técnica espremida no fim do dia.

O que abre espaço na semana é cortar aula. Pensa na rotina típica da pessoa: ela tem lá seis aulas durante o dia, às vezes tem dez aulas, e não sobra tempo para revisão, simulado e erros.

O ajuste que eu passo tem 5 peças:

Revisão ativa.
Escolher quais aulas você realmente precisa assistir.
Questões misturadas.
Flashcards de temas misturados.
Revisão dos erros toda semana.

O aluno chega com o cronograma lotado de matéria nova. E aí a revisão muitas vezes é deixada de lado.

Para esse aluno eu repito sempre a mesma coisa: eu prefiro que ele estude 80% e faça uma revisão bem feita do que tente 100% e deixe a revisão de lado.

80% da matéria com revisão bem feita, em vez de 100% sem revisão

Escolher o que fica de fora se treina. Essa habilidade de priorizar, eu dou muito treinamento para professor, para educador, escola, cursinho. E ela vale igualzinho para você.

Estagnou nos 30 acertos: o que ajustar?

Se você estagnou abaixo de 30 acertos, ajuste a revisão, o estudo que ficou passivo e a correção dos erros: uma dessas três peças do estudo ativo, ou as três juntas.

O meu diagnóstico é este: provavelmente tá faltando revisão ou isso tá muito passivo ou tá faltando correção dos erros ou tá faltando tudo junto.

E tem conserto. Agora, estar estagnado com menos de 30 acertos, tem alguma coisa ali que a gente pode ajustar e ajustando você vai ver que suas notas vão melhorar muito.

Eu olho a faixa de acertos, porque tem estagnação que não pede ajuste nenhum. Se a pessoa está estagnada nos 40, 42, tudo bem assim, porque realmente ela está num período de aprofundamento igual a um atleta.

Tem ainda um terceiro caso. Quem só assiste aula e acerta a questão do mesmo assunto aprende o movimento, mas não aprende a decidir na hora da prova. Seria mais ou menos assim: ah, eu aprendi a dar passe, eu dou passe, mas no meio do jogo eu não sei a hora que eu tenho que dar o passe.

Faixa de acertosO que significaO que ajustar
Parado nos 40, 42 acertosFase de aprofundamento, igual a um atletaManter o sistema e aprofundar
Menos de 30 acertosFalta revisão, o estudo está passivo ou falta correção dos erros, ou tudo juntoRevisão ativa, questões misturadas e revisão dos erros toda semana
Acerta a questão logo depois da aula, mas a nota do simulado não sobeEstudo passivo: você aprendeu a dar o passe, mas não a hora do passeTrocar a questão do capítulo que acabou de ver por questões misturadas

Estudo ativo cansa: como sustentar sem desistir?

Para sustentar o estudo ativo sem desistir, você dosa pelo volume: menos aula assistida, de 7 a 15 questões por aula em vez de 100 e o sono de volta no cronograma.

O estudo ativo cansa mais do que reler, e eu não vou fingir que não. Só que o estudo passivo também cansa, e sem retorno.

A pessoa lota o dia de aula, mas não tem tempo para fazer revisão, não tem tempo para fazer simulado, não tem tempo para voltar nos erros, fica sempre cansada, vai abrindo mão do sono. Só por causa dessa neura de que aula dada é aula estudada.

Ah, Sassá, mas cansa demais. Eu sei, mas cansa mais ainda passar o ano inteiro no modo confortável e ver a nota do simulado parada.

Quem está no modo confortável costuma se descrever assim: eu estudo as matérias que eu mais gosto, eu procrastino as coisas que eu não gosto, eu faço redação mas eu faço a redação já olhando o repertório.

Como dosar:

  1. Corta a aula que você não precisa assistir.
  2. Fixação curta
    de 7 a 15 questões por aula.
  3. Sono protegido
    no cronograma.
Errar no teste faz parte do treino. Está tudo ligado ao preparo emocional: você precisa aprender a lidar com fracasso, e é no teste que você aprende isso antes do dia da prova.

Por onde começar o estudo ativo hoje?

O estudo ativo começa na próxima aula que você assistir. Fecha o material, fala em voz alta por 1 a 3 minutos o que ficou e anota o que travou.

Minha próxima aula:

  • Fechar o material.
  • Recall de 1 a 3 minutos, em voz alta.
  • Anotar as dúvidas.
  • De 7 a 15 questões de fixação.

Depois, marca um horário na semana para questões misturadas. Esse é o primeiro dia.

Para montar a revisão das próximas semanas sem virar bola de neve, eu deixo um presente: o Plano de Revisão de 40 Dias, que é gratuito.

Se você tem alguma dúvida como colocar revisão, como dividir melhor o seu tempo, dá uma olhada nas páginas de cronograma de estudos, flashcards, revisão espaçada e caderno de erros.

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Meu objetivo aqui é te orientar até a aprovação, pra que você viva o seu sonho quanto antes. Bora com tudo! Um beijo e estou na torcida pela sua aprovação.

Perguntas frequentes sobre estudo ativo

Estudo ativo funciona mesmo ou é modinha?

Funciona, e não é modinha: cada vez que você busca o conteúdo na memória sem olhar, mostra para o cérebro que aquilo é importante. A pesquisa chama isso de efeito teste.

E é o que eu vejo: quando a gente consegue colocar um estudo mais ativo, colocar algumas questões que você não acabou de estudar, a retenção desse conteúdo melhora.

O que eu não te dou é percentual milagroso de retenção, porque número sem estudo citado não entra aqui.

Posso fazer o recall olhando minhas anotações?

Não. Recall é fechar o material e se perguntar o que você sabe daquela aula, sem nada aberto na frente.

Com a anotação aberta, você só reconhece o conteúdo e acha que sabe. Isso é ilusão de competência.

Travou em algum ponto? Anota a dúvida, termina o recall de 1 a 3 minutos e só depois vai atrás da resposta.

Quantas questões eu faço depois de uma aula?

De 7 a 15 questões de fixação depois de cada aula.

Cem questões do mesmo tema não fazem sentido. A lista gigante no dia da aula mede o que você acabou de ver, e não o que você aprendeu.

O resto das questões entra misturado ao longo das semanas. Aí elas funcionam como efeito teste, que é revisão de verdade.

Mapa mental e resumo não são estudo ativo?

Para aprender ou revisar, geralmente não são os mais eficientes: no meu ranking, os dois ficam embaixo.

Resumo, nota 4: gasta muito tempo, e depois não dá para voltar nele de forma ativa.

Mapa mental, nota 3: demora bastante e só fica bom quando você já domina muito o tema.

Flashcards levam nota 8, porque te obrigam a buscar a resposta antes de ver.

Caderno de erros ou flashcards: qual rende mais?

Flashcards, na minha régua: nota 8, contra nota 4 do caderno de erros.

Os flashcards ficam em cima porque você revisa os erros sem cair na ilusão de competência.

Já o caderno de erros, esse aqui vai ser polêmico: ele mostra o erro, mas depois você não consegue separar o que já sabe do que ainda erra, e fica relendo a resposta. O flashcard feito a partir do erro te obriga a responder antes de ver.

Estudo ativo serve para Química, Física e Biologia?

Serve, e o volume de Biologia e Química de medicina é justamente onde ele faz mais diferença, com 6 a 10 aulas por dia.

O roteiro é o mesmo numa aula de gimnosperma ou de aldeído:

  • recall sem olhar;
  • de 7 a 15 questões de fixação;
  • o tema de volta, misturado, nas semanas seguintes.

Em Física a lógica é a mesma, porque buscar o conteúdo na memória não muda de matéria.

Em quanto tempo o estudo ativo aparece na nota?

Não tem data fixa, e eu não vou te prometer uma.

O sinal para acompanhar é a nota do simulado, e não o acerto da lista do dia. Se você acerta a questão logo depois da aula e a nota do simulado não sobe, o estudo ainda está passivo.

E abaixo dos 30 acertos tem coisa para ajustar: é por aí que a nota volta a se mexer.

Sobre mim, a Sassá

Sou a Sabrina Oliveira, conhecida como a Sassá. Sou educadora especialista em aprendizagem e neurociência da aprovação e acompanho vestibulandos de medicina desde 2013.

Criei a VemMED para quem mira medicina pública via ENEM e SISU, com uma régua que cabe numa frase: estudar certo, não estudar muito.

Tudo o que eu ensino parte de como o cérebro fixa e recupera informação. É por isso que eu dou nota para técnica de estudo em vez de só listar técnica. E o meu trabalho é o como estudar, e não ensinar o conteúdo de Física, Química ou Biologia.

Mais de 190 mil pessoas me acompanham no Instagram e mais de 115 mil no TikTok.

A VemMED é minha, e o VemMED 5.0 que aparece no fim desta página é produto meu.